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Viajando no tempo com a música italiana...confira !

Um flashback em música italiana
Laura Pausini e Eros Ramazzotti não estavam sequer nos planos do cara lá de cima para vir ao mundo quando a música italiana começou a bombar por aqui.

Se non avesso più te – Gianni Morandi



A canção de 1965 fez parte do musical que carrega o mesmo título, ou em português (Se Não Existisse Você). O filme é dirigido por Ettore Maria Fizzarotti, e tem como protagonista o intérprete da canção sobre a qual estamos falando.

Champagne – Peppino di Capri



Peppino é um veterano quando o assunto é Festival de Sanremo, pois foi vencedor duas vezes, uma no ano de 1973 e outra em 1976. Antes mesmo de alcançar esse feito, Peppino emplacou o sucesso Champagne no ano de 1973, canção que inclusive foi expandida aqui para o Brasil e foi sucesso na vitrola de nossas vovós e vovôs.

Nel blu di pinto di blu – Domenico Modugno



Popularmente conhecida apenas por Volare devido ao seu refrão, essa música participou da edição de 1958 do Eurovision e foi considerada a canção na língua italiana mais conhecida no mundo naquela época. É comum ver avôs de família italiana cantarolando essa música pelos corredores de casa ou no chuveiro!

Tintarella di luna – Mina



Mina é uma lenda viva da música européia. No ano de 1960 foi lançado seu primeiro álbum Tintarella di Luna que leva em sua tracklist a canção de mesmo nome. Posteriormente ela foi regravada em português pela cantora paulistana Celly Campello, com o título Banho de lua, sucesso nas rádios brasileiras durante os anos 60.

Datemi un Martelo – Rita Pavone



Em meados dos anos 60, Rita Pavone conquistou não só a Itália, mas também parte da América Latina, assim como Brasil e Argentina onde ocorreram sua primeira turnê internacional. Datemi un Martelo é uma canção alegre e divertida que nos lembra muito os filmes musicais daquela época.

Tornero – I Santo California



Com apenas um mês após o seu lançamento, o álbum da banda já era disco de ouro no ano de 1975. Logo após atingir a marca de 11 milhões de cópias vendidas Torneró foi traduzida em quase todas as língua do mundo e até hoje está presente nas mais diversas compilações de sucessos românticos do mundo todo.


Fonte:www.latinpopbrasil.com.br

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O programa mais antigo do rádio


De segunda a sexta-feira, às 17h, a sanfona de Rubens Diniz sapeca pela Rádio Inconfidência AM, de Belo Horizonte (MG), o clássico Campo Belo, composição rancheira de Antenógenes Silva. Trata-se do prefixo de Hora do Fazendeiro, o programa radiofônico mais antigo do Brasil – talvez do mundo –, transmitido ininterruptamente há 73 anos em ondas médias e curtas, e hoje também pela internet.

A primeira transmissão foi ao ar em 7 de setembro de 1936, quatro dias depois da inauguração da rádio pública de Minas Gerais. Apresentado por Tina Gonçalves e Cristiano Batista, o programa passou por uma reformulação em junho de 2009, sendo ampliado de uma para duas horas de duração. Na retaguarda estão o superintendente de Jornalismo, Getúlio Neuremberg, e o coordenador artístico da emissora, Gustavo Abreu.

Segundo a produtora Aline Louise Moreira, o objetivo da equipe de produção sempre foi ‘dialogar com o homem do campo’, oferecendo serviços, boletim meteorológico, cotação de produtos agrícolas, dicas, receitas caseiras e a autêntica música caipira. Outra missão que não fica de lado é a prestação de serviços aos ouvintes urbanos, que podem, por exemplo, aprender a montar uma horta em apartamento ou numa pequena área do quintal.

Linguagem específica


Tina Gonçalves apresenta Hora do Fazendeiro desde a década de 1970, quando o programa ia ao ar ainda pela manhã. Ela trabalhou ao lado de Bentinho, Delmário, Caxangá, Geraldo Eustáquio e José Penido, nomes lendários do rádio mineiro. ‘O segredo do nosso sucesso é que não havia programas direcionados ao homem do campo, naquela época’, afirma.

‘A TV não tinha o alcance de hoje e o homem do campo não dispunha de acesso a agrônomos e veterinários’, acrescenta a apresentadora. Segundo ela, o programa propiciou esse contato, orientando o ouvinte no seu dia-a-dia na roça. ‘Além disso, trouxemos a música de raiz, mensagens de ouvintes e a seção de desaparecidos, na qual procuram-se notícias de parentes e amigos que estão longe de casa’, ressalta.

Cristiano Batista começou a apresentar Hora do Fazendeiro há quatro anos, substituindo o locutor José Penido. ‘Usamos uma linguagem específica, pois o público padrão inclui o fazendeiro e o trabalhador rural’, ele explica. ‘Temos também ouvintes na capital e aqueles que gostam do programa por causa da música caipira. Muita gente liga apenas para ouvir o próprio nome no rádio, enviando lembranças a amigos e familiares distantes.’

Num especial apresentado quando o programa comemorava 70 anos, um dos entrevistados foi João Moreira, de 85 anos, ouvinte desde os tempos em que era fazendeiro, em Barão de Cocais, há mais de meio século. ‘Esse programa é uma maravilha’, disse ele, resumindo o sentimento da audiência. ‘Meu filho até já ofereceu música pra mim, lá de São Paulo… Meu rádio só fica ligado na Inconfidência.’

Marca do pioneirismo

A iniciativa de se criar uma rádio difusora em Minas Gerais foi articulada na década de 1930, durante o governo de Benedito Valadares. Quem viabilizou a ideia foi o secretário de Agricultura e futuro governador, Israel Pinheiro. O transmissor da terceira emissora a ser inaugurada em Belo Horizonte – depois das rádios Mineira e Guarani – foi adquirido graças a contribuições de prefeituras do interior, que doaram cerca de dois contos de réis ao governo estadual.

Com os estúdios instalados na antiga Feira Permanente de Amostras, na Praça Rio Branco, a emissora foi inaugurada às 19h de 3 de setembro de 1936. Entre as autoridades presentes estavam o ex-presidente Venceslau Brás e o ministro da Agricultura de Getúlio Vargas, Odilon Braga. Intelectuais e artistas como Tristão de Athayde, Almirante, Carmen Miranda e Orlando Silva também deram o ar da graça. Naquele mesmo mês seria inaugurada no Rio de Janeiro a legendária Rádio Nacional.

O primeiro slogan da ‘PRI-3’ dos mineiros foi ‘a voz de Minas para toda a América’. Em 1938, a Inconfidência foi uma das primeiras rádios do continente a transmitir uma Copa do Mundo de Futebol – a terceira delas, realizada na França, com notável desempenho da seleção brasileira. Pioneira belo-horizontina também nas radionovelas e nos programas de auditório, a emissora sempre teve Hora do Fazendeiro entre seus campeões de audiência.

Competência premiada

O sucesso do programa rural certamente contribuiu para que a Inconfidência ganhasse em 2009 o Prêmio Mídia do Ano em Comunicação Empresarial (categoria rádio), conferido pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje). Também no ano passado, sob a presidência do escritor e jornalista José Eduardo Gonçalves (que hoje preside a Rede Minas de Televisão), Hora do Fazendeiro conquistou o Prêmio Abimilho, com uma série de reportagens sobre o milho na cozinha brasileira.

Atualmente presidida pelo jornalista Valério Fabris, a emissora oficial de Minas firmou-se entre as principais do país. Basta dizer que a Inconfidência FM 100,9, que acaba de completar 30 anos de funcionamento, tornou-se uma trincheira da MPB, com programação de música 100% nacional. O padrão foi implantado por Claudinê Albertini, em 1980, no auge a chamada ‘invasão cultural’, sendo mantido até hoje e se tornando um importante diferencial frente à concorrência.

Para orgulho dos seus ouvintes mais fiéis, a Inconfidência FM foi cognominada ‘a brasileiríssima’. Em sua equipe sempre se destacaram profissionais que primam pelo bom-gosto musical, como os programadores Kiko Ferreira, Luiz Marcelo, Paulo Bastos, Miguel Rezende e o apresentador Tutti Maravilha, dono de um estilo inconfundível, que se tornou um dos símbolos do rádio mineiro.

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A atual e pobre música brasileira


A qualidade de certas músicas brasileiras já foi questionada por diversos personagens do universo artístico. Recentemente o cantor Victor, da dupla sertaneja Victor e Léo, fez um discurso ácido se referindo ao atual momento de nossa música sertaneja: "Não deixaria meus filhos ouvirem a maioria das músicas sertanejas atuais. Pornografia e sensualidade excessiva em canções não são para criança ouvir".

O compositor criticou as músicas que exploram o duplo sentido em suas letras, mas a sertaneja é apenas uma gota em meio a um oceano de baixa qualidade musical, algo não muito diferente ocorre em outros universos. Estilos como o funk, o axé e o pagode passam por um momento sofrível no que diz respeito à inovação e qualidade musical. Infelizmente a época em que vivemos não pode ser considerada lá tão inovadora, seja para esses estilos mais novos, seja para tantos outros que em outras épocas espelharam toda uma revolução social, como a MPB, por exemplo.

Não sou um compositor e tampouco tenho qualquer tipo de formação musical, mas existem certos tipos de músicas que incomodam tão somente por causa de suas letras recheadas de ostentação, vulgaridade e violência. Como dizer que há crítica social ou mesmo algum tipo de criatividade nas seguintes músicas: o funk "cola a bunda no chão vai, cola a bunda no chão vai, cola a bunda no chão vai"; a sertaneja "ponho o carro, tiro o carro, à hora que eu quiser, que garagem apertadinha, que doçura de mulher, tiro cedo e ponho à noite, e às vezes à tardezinha"; ou ainda o pagode com letras como "eu chego no pagode chamando a atenção, todo mundo para pra ver a atração, carro importado, perfume mais caro só roupa de marca, ninguém entende nada". Poderia citar tantas outras músicas, mas algumas contêm tanta baixaria que nem ao menos podem ser citadas neste espaço.

Infelizmente, boa parte das músicas aliena ao passo que não lança um olhar crítico a nossa sociedade. Pelo contrário, desvaloriza a mulher, incentiva a violência e cria um processo de comercialização de atitudes, ideias e comportamentos. Hoje, pouca novidade há na produção musical, além disso, até mesmo a música evangélica, que deveria servir para outro fim que não fosse meramente o lucro, tem vivido uma fase extremamente pobre. Grande parte do que é produzido pela indústria cultural não tem nada de novo, ousado ou mesmo crítico, na verdade, não passa de mais do mesmo. Mas vou além, onde estão os novos poetas, escritores, compositores e críticos? Vivemos um momento não muito frutífero no que concerne à cultura.

Parafraseando uma famosa música de Rita Lee: o que foi que aconteceu com a música popular brasileira? Com aquelas músicas que moviam multidões e que questionavam a sociedade e a realidade social. Existem músicas tão importantes que se tornaram verdadeiros registros históricos da humanidade, é o caso dos artistas que descreveram os períodos mais duros do regime militar, como, por exemplo, a canção "Deus lhe Pague", de Chico Buarque, em que o compositor utiliza a ironia para fazer críticas à situação repressiva que os brasileiros viviam: "Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir, a certidão pra nascer e a concessão pra sorrir. Por me deixar respirar, por me deixar existir. Deus lhe pague". O rock nacional também já foi mais frutífero, quem não se lembra das letras carregadas de críticas sociais da banda Legião Urbana, a exemplo da música "Geração Coca-Cola": "Quando nascemos fomos programados a receber o que vocês nos empurraram com os enlatados dos USA, de 9 às 6. Desde pequenos nós comemos lixo, comercial e industrial".

Mas hoje, as músicas da moda, em sua maioria, não carregam nada além de vulgaridade, erotização e violência, são apenas medíocres. Hoje, sim, poderíamos chamar de Idade das Trevas a fase cultural em que vivemos. A expressão que caiu em desuso foi utilizada pelo estudioso italiano Francesco Petrarca, para denunciar a literatura latina da Alta Idade Média (do século V ao X) e denominar um período que, segundo ele, nada de útil produziu. Mas, para nós, ainda há esperanças. No entanto é preciso que uma revolução cultural aconteça. Talvez nem mesmo nossa geração veja essas mudanças, mas é preciso que nossa nação invista na produção cultural verdadeira e não na diversão pública. A música precisa voltar a ser portadora de tradições e não um mero conjunto de palavras inúteis.



Fonte:www.al.sp.gov.br

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Os Originais do Samba agora nas plataformas digitais



Os Originais do Samba, em 1969

Os Originais do Samba aterrissam nas plataformas digitais com uma dúzia de álbuns lançados entre 1969 e 1983 (originalmente gravados na RCA), sacados do catálogo pertencente a Sony Music. A reedição digital dos LPs comemora os 50 anos do grupo que, com Bigode, como único integrante da formação inicial, está lançando disco novo, Ontem Hoje e Sempre, que tem participações de Zeca Pagodinho e Reinaldo.

Cultuado, com LPs caçados nos sebos, sobretudo pelo pessoal que descobriu o vinil nos anos 2000, Os Originais do Samba, cujo membro mais conhecido foi Antonio Carlos “Mussum”, da trupe de comendiante Os Trapalhões, foram formados por batuqueiros dos subúrbios cariocas. O que o diferenciou, a principio, foi ser um grupo de percussionistas. Depois entram o bom humor e o descompromisso com as raízes do gênero.

Os Originais do Samba gravavam autores de todas as alas da MPB, mesmo nos anos 60, quando o ranço ideológico dividia facções musicais no país. Quando se valorizava o samba do morro, das escolas, recorria-se compositores resgatados do limbo, feito Cartola ou Nelson Cavaquinho, Os Originais do Samba faziam jus ao nome. Sua originalidade estava em fazer um samba urbano, comercial, sem diluir o gênero.

Conseguiam transitar por todas os afluentes da MPB, sem policiamentos nem boicotes da esquerda, nem mesmo quando, em março de 1970, com um grupo de sambistas de escolas, foram convidados para animar um coquetel, promovido pela assessoria de relações públicas da presidência da República, em que se anunciava a festa de comemoração pelos seis anos do golpe militar de 1964. A festa aconteceu no Maracanã, antes de um treino da seleção brasileira (de portões abertos), com participação de alas escolas de samba, Elizeth Cardoso e Jair Rodrigues.

Os Originais do Samba é o ancestral mais distante do pagode romântico, sobretudo por tirar as arestas do samba, tornando-o palatável para todas as classes sociais. Entretenimento era o que importava para o grupo, que cantava com Elis Regina, mas gravava a então execrada turma da Jovem Guarda, quando Roberto Carlos não tinha recebido ainda o aval da intelectualidade, que lhe daria o carimbo de qualidade que alterou seu status de cantor de música descartável para artista classe A. No início do anos 70, incorporaram ao repertório um pot-pourri de sucessos de Roberto Carlos em ritmo de samba.

Roberto e Erasmo assinam samba exclusivo para os Originais do Samba (Eu Queria Era Ficar Sambando, 1970), que gravaram Antonio e Mario Marcos (mais dois do iê-iê-iê), em 1969 (Com Tristeza e sem Poesia, 1969). No álbum Originais do Samba Exportação (1971), vão de Jorge Ben ( Tenha Fé Pois Amanhã Um Lindo Dia Vai Nascer), Eustáquio Sena (Mas Que Menininha, com A. Soares), e o frevo canção Oh Bela (Capiba).

HUMOR

Embora tenham gravado autores como Nelson Cavaquinho, Baden Powell, Chico Buarque, os grandes sucessos dos Originais do Samba, trabalhados pelas gravadoras, foram sambas bem humorados, Cadê Tereza? (Jorge Ben, do LP Os Originais do Samba, 1969), Do Lado Direito da Rua Direita (Chiquinho/Luiz Carlos, do LP O Samba é a Corda, e Eu Sou a Caçamba, 1972), Tragédia no Fundo Mar (do LP Pra Que Tristeza, de Zerê e Ibrahim, 1974).

Ao longo dos anos Os Originais do Samba foram perdendo e ganhando integrantes (Almir Guineto chegou a participar do grupo por pouco tempo). Na década de 80, já não fazia mais sucesso. Deixou a RCA, e passou a gravar pela Copacabana, onde estreou, sem sucesso, com A Malandragem Entrou em Greve (1987), o título do LP vem de um samba assinado pelo pernambucano Braulio de Castro, com Jorge Belizário.

Discos relançados:

Os Originais do Samba (1969), Os Originais do Samba, Vol. 2 (1970), Samba É De Lei (1970), Samba Exportação (1971), O Samba É A Corda, Os Originais A Caçamba (1972), É Preciso Cantar (1973), Pra Que Tristeza (1974), Alegria de Sambar (1975), Em Verso E Prosa(1976), Os Bons Sambistas Vão Voltar (1977), Aniversário do Tarzan (1978), Clima Total (1979), Os Originais do Samba (1981), Canta, Meu Povo, Canta(1983).

Confiram Os Originais do Samba num pot-pourri de sucessos de Roberto Carlos:


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Em 1969 festival Woodstock moldava uma geração



O primeira edição do Woodstock aconteceu entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969, há quase quarenta anos. Na época, aqueles jovens com ideologias de paz, amor livre e boa música não poderiam imaginar que o evento seria um divisor de águas para a música e o símbolo contracultural de uma geração.

Idealizado por  Michael Lang ao lado de seus sócios, o evento tinha um projeto arriscado: um sítio em Nova York com capacidade para mais de 100 mil pessoas foi alugado pela organização do evento, que disponibilizou 200 mil ingressos – boa parte deles foi vendida dias antes. A produção esperava por 200 mil pessoas, mas não foi isso que aconteceu: meio milhão de jovens apareceram por lá, derrubando as cercas de produção e fazendo do Woodstock um evento gratuito – o que contribuiu mais ainda para a ideologia do festival como um todo.


Detalhe: os ingressos eram vendidos por $18 dólares (aproximadamente $75 dólares em valores atuais – nem de longe valores equiparáveis ao Coachella, por exemplo, que podem custar até mil dólares na área vip).

O line up da edição mais icônica do Woodstock é de dar inveja: The Who, Santana, Jefferson Airplane, Joe Cocker e Jimi Hendrix foram alguns dos nomes que tocaram nos três dias do evento. Janis Joplin fez o show mais icônico de sua carreira, chamando a atenção de toda a América para a sua voz potente e presença de palco impressionante.


Artistas como The Beatles, Joni Mitchell e The Doors foram cotados para tocar, tendo recusado por motivos distintos (Mitchel, por exemplo, não tocou para poder participar de um programa de TV). Ninguém imaginaria que o evento tivesse tanta representatividade – não é preciso nem dizer que esses artistas se arrependeram da decisão depois, né?!

Para comemorar uma das eras de ouro do rock’n'roll, selecionamos 3 momentos marcantes da edição de 1969. É pra dar play e viajar no tempo!


1. Joe Cocker – With A Little Help From My Friends

Joe Cocker fez um dos covers mais conhecidos deste clássico dos The Bleatles, uma versão que é celebrada até hoje.


3. Richie Havens – Freedom
Richie Hevens foi o responsável por abrir os shows do Woodstock, e sua apresentação já levantou o público logo de cara (como dá pra ver nesse vídeo).


Nem a chuva, muito menos o lamaçal e tampouco o excessivo uso de substâncias entorpecentes transformaram a festa em baderna generalizada. A julgar pelo número de presentes, a frieza das estatísticas mostra que o índice de incidentes foi mínimo. Equalizado com as ideologias e anseios da juventude dos anos 60, o evento satisfez a maioria dos presentes e deixou um saldo mais do que positivo. Independente dos shows, a harmonia social apresentada pelo público fez do Woodstock um dos grandes momentos culturais do século XX.



Fonte: www.cifraclubnews.com.br

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