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Como driblar as armadilhas que condenam a sua relação


TUDO PARECE PERFEITO NO INÍCIO DA RELAÇÃO, mas, com o passar do tempo, você começa a notar os “defeitos” da sua parceira, e ela os seus. São manias, jeitos de pensar e se comportar diferentes que, aos poucos, incomodam mais e mais, e acabam criando um espaço (grande) entre vocês. Os especialistas defendem que a melhor maneira de administrar essas disparidades é admiti-las e negociar concessões. Fique esperto nas armadilhas que condenam a sua relação e veja como alguns ajustes e mudanças de hábitos ajudam a fechar as frestas que se abrem ao longo do tempo.


Você está cheio da família dela (e ela da sua)

Se visitar os sogros todo fim de semana virou um hábito indispensável, atenção! Na verdade, a questão não é a frequência, mas o propósito. “A atitude saudável é considerar seu par sua nova família, deixando pais e irmãos com um papel secundário”, diz o psicólogo clínico Michael Broder, dos Estados Unidos. Em um relacionamento ideal, você deve buscar apoio emocional primeiro no outro, depois nos pais. Se você é a primeira pessoa que sua parceira procura para dividir as coisas dela, não se preocupe com o constante contato com a família. É apenas um hábito. E pense se você também faz o mesmo.


Sua atitude: fique atento ao seu comportamento diário e certifique-se que está dando a devida atenção a sua garota. As mulheres se sentem seguras ao perceber que o parceiro se interessa pelo universo delas. Se estiver presente, com certeza ela verá em você um confidente e não vai precisar recorrer aos pais para desabafar.


Um é tímido, o outro não

Saber respeitar o jeito e o espaço de cada um é regra básica. Não espere que sua parceira seja igual a você, porque as pessoas têm personalidades e estilos diferentes. Se você é extrovertido e se enturma fácil, tome cuidado para não deixar sua garota de lado enquanto conversa com as pessoas em um evento social. E, quando ela pedir atenção, não ache que isso é motivo para ficar de cara feia e começar uma discussão.

Pequenas diferenças entre você e sua parceira podem levar seu relacionamento ao abismo. Não caia nessa emboscada!

Sua atitude: apresente sua parceira aos amigos e tente entrosá-la na roda. Aos poucos ela vai se sentir mais confortável e você pode deixá-la em nova companhia. Mas, lembre-se, você não está sozinho e, sim, acompanhado. “Não custa nada demonstrar que está por perto. Troque olhares, vá até ela de vez em quando e isso a deixará segura”, aconselha a sexóloga Maria Helena Vilela, de São Paulo, consultora da MH.


Os estilos de férias se chocam

Viajar pode ser um bom momento para sair da rotina, ficar a sós e curtir sua garota. Ou não. Nessas horas também vêm à tona as diferenças de gostos e quando se está acompanhado é preciso saber dosar o egocentrismo e não fazer só o que agrada a você. Se férias são sinônimo de praia para você e campo para ela, um dos dois ficará insatisfeito. É preciso pensar em uma viagem que os dois possam curtir juntos ou que, ao menos, haja entretenimento para ambos. Sente com sua parceira e coloque no papel cinco destinos de interesse de cada um. Bata o resultado e liste aqueles que são comuns. Por aí você já sabe o que agrada a sua garota e planeja o destino com ela.


Sua atitude: escolha um local que seja novidade para os dois e vocês poderão explorar o lugar juntos. Estude o roteiro com antecedência e discuta com sua parceira os pontos que gostariam de conhecer. Se for preciso se separar durante o dia por algumas horas, não veja problema nisso. A ideia da viagem é permitir que cada um tenha as férias que deseja conciliando os gostos particulares e compartilhando experiências.


A libido está na contramão

“Nem todo dia o homem ou a mulher estão dispostos para o sexo, porque o desejo não depende apenas do estado físico, mas também de outros fatores que podem afetar a libido, como estresse, cansaço e preocupação”, comenta a Maria Helena. Às vezes, é você que está com dor de cabeça e, em vez de sexo, prefere assistir ao jogo do Brasileirão. Isso pode contradizer o estereótipo do macho sempre disposto e causar um desequilíbrio no casal. O contrário também acontece, claro.


Sua atitude: se o seu dia não foi bom e você não está com cabeça para sexo, converse com sua parceira e esclareça que seu desinteresse não tem nada a ver com ela. De acordo com um estudo do Instituto Kinsey, dos Estados Unidos, ausência de sexo deixa as mulheres angustiadas, mas falta de conexão emocional é pior ainda. No dia seguinte, tome a iniciativa.

Um de vocês ganha mais

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que, entre 1998 e 2008, houve um aumento de 25,9% para 34,9% de famílias chefiadas por mulheres. Deixando de lado a crise masculina e o avanço feminino, o homem ainda leva mais dinheiro para casa. “Mas, se o contrário acontecer, não se sinta mal”, diz Maria Helena.


Sua atitude: defina orçamentos. Antes de juntar os trapos com sua garota, a relação precisa estar madura o bastante para não deixar o dinheiro refletir no dia a dia de vocês. Conversem sobre o assunto e dividam as obrigações. Discutam um plano que funcione bem para os dois, seja dividindo as despesas igualmente, seja estipulando uma contribuição no caso de as rendas serem muito diferentes








Fonte:menshealth

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