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CONHEÇA A DEEP WEB: O SUBMUNDO DA INTERNET


Você já deve ter ouvido a expressão “A internet é um Oceano”, é uma analogia cafona eu sei mas é exatamente isso que a internet é um verdadeiro oceano de informações, cultura e entretenimento. E, para navegar neste oceano e ter acesso a tudo o que ele é capaz de oferecer, nos tornamos “reféns” dos chamados motores de busca; mais precisamente, do mais famoso deles, o Google.

No submundo da internet existem conteúdos não acessíveis diretamente por sites de busca. Isso inclui, por exemplo, documentos hospedados dentro de sites que exigem login e senha. Sua origem e sua proposta original são legítimas. Afinal, nem todo material deve ser acessado por qualquer usuário. O problema é que, longe da vigilância pública, essa enorme área secreta (que deve ser 500 vezes maior que a web comum!) virou uma terra sem lei, repleta de atividades ilegais pavorosas.

Falaremos um pouco sobre as “divisões” e perigos das profundezas da web.

Só para VIPs: Os endereços da Deep Web podem ser bem bizarros, como uma sucessão de letras e números seguida do sufixo .onion, em vez do tradicional .com. Originalmente, sua função é positiva: proteger conteúdos confidenciais, como os de governos, bancos, empresas, forças militares e universidades, acessíveis só com login, por exemplo.

Ponto Cego: A Deep Web pode ficar dentro de sites comuns (na forma de arquivos e dados baixáveis) ou escondida em endereços excluídos de propósito dos mecanismos de busca. O Google nem faz ideia do que está lá: ele seria como um barco pesqueiro que só localiza suas presas na “superfície” do mar.

Zona de Guerra: Nem pense em se aventurar nesses mares. Eles estão cheios de crackers (hackers com intenções criminais), que adoram “fisgar” usuários descuidados. Como não há filtros de segurança, eles facilmente conseguem, por exemplo, “zumbificar” o computador de um internauta (controlando-o a distância sem que o dono note) e roubar dados.

Predadores Abissais: A parte podre tem até nome: Dark Web. Lá se encontra de tudo: lojas virtuais de drogas, pornografia infantil e conexões terroristas para venda de armas. Como tudo fica nas profundezas, não há jeito de governos e a polícia tirarem do ar. É como se os sites tivessem vida própria, sem donos, registros e documentação.

Claro que também tem o lado bom deste assunto, muitos correspondentes internacionais se comunicam com suas respectivas redações por meio da Deep Web. Países como Irã, Coreia do Norte e China costumam controlar a internet convencional, (já fiz um post aqui no BGC sobre este assunto) sobretudo se quem estiver navegando nela for um jornalista estrangeiro. Nesse caso, usar a Deep Web é um jeito de burlar a censura. O Wikileaks e o Anonymous dificilmente teriam incomodado tanta gente poderosa se não fosse pela versão underground da internet.

Enfim, por enquanto estou longe das profundezas apesar que poderia escrever mais informações sobre a Deep Web se tivesse utilizado, mas nunca segui um passo a passo para mergulhar tão fundo. O que escrevo são informações que li e pesquisei a nível de curiosidade profissional.

Minhas fontes de leitura foram: Super Downloads, Zuti, WikiPedia, e este artigo acadêmico muito interessante que aborda desde o básico até especificações técnicas da Deep Web.



Fonte:www.colmeia.blog.br

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